Despatologização do BDSM consensual e direitos de custódia
O comentário aborda como a classificação do BDSM como transtorno no DSM-IV-TR foi usada em tribunais de família para negar custódia de filhos a praticantes adultos de BDSM. A NCSF acompanhou centenas de casos de pais entre 2005 e 2017, mostrando discriminação institucional baseada em comportamento sexual consensual. Após a separação, no DSM-5, entre parafilias consensuais e transtornos parafílicos, houve aumento na retenção de custódia e redução de relatos. O texto defende políticas públicas baseadas em ciência e destaca o estigma persistente contra a comunidade kink.
- Autoria
- Susan Wright, MA
- Formato
- PDF · 3 páginas · 146 KB
- Idioma
- EN
- Fonte
- NCSF - National Coalition for Sexual Freedom
- Verificação
- Antivírus ClamAV: limpo · sem macros, scripts ou ações automáticas · 05/11/2026
- SHA-256
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